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	<title>Revista NOIZE - A revista de música gratuita do Brasil &#187; review</title>
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		<title>The Cult</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Oct 2008 18:23:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Corrêa</dc:creator>
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		<category><![CDATA[porto alegre]]></category>
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		<description><![CDATA[por Ricardo Finocchiaro
Como é incrível a força que os anos 80 ainda têm sobre as pessoas. Uma ban&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>por Ricardo Finocchiaro</p>
<p>Como é incrível a força que os anos 80 ainda têm sobre as pessoas. Uma banda que não lança nada significativo faz anos, chegam na cidade e conseguem arrebatar cerca de duas mil pessoas, isso que os valores dos ingressos não eram nada convidativos. Como é atraente o som do The Cult, pesado e dançante, um hard rock de pista, animado, com punch e sedução. Não me recordo de nenhum grupo atual que consiga fazer isso hoje em dia, colocar peso nas guitarras e ao mesmo tempo ter a capacidade de envolver quem o escuta dessa maneira, talvez os mais próximos seja o HIM e o The 69 Eyes. Um grupo recheado de sucessos que marcaram uma década, subiram ao palco pouco depois do horário divulgado, com pontualidade quase britânica como eles mesmos. A faixa de abertura do show é ‘Nirvana’ que faz parte do disco de maior sucesso chamado ‘Love’ &#8211; aquele do coraçãozinho na capa lembram? – seguida de outra faixa deste mesmo álbum chamada ‘Rain’, já deixando o público à vontade e saciando aquele desejo inicial por clássicos da banda. A primeira música do novo álbum é ‘I Assassin’, muito boa por sinal, mas sem dúvida, sem conseguir levantar o público como os demais clássicos. O público que por sua vez era composto por pessoas na faixa dos trinta e poucos anos, muitos curiosos fãs dos anos oitenta e não necessariamente do grupo inglês. Notava-se isso, pois nem sempre, com excessão das músicas conhecidas, o público acompanhava com fervor ou cantando os sons. Por falar em som, detalhe para uma boa qualidade sonora dos PA’s do Pepsi on Stage, apesar de um volume um pouco excessivo. Ian Astbury impressionantemente segue cantando muito com aquele vozeirão todo, claro, com o passar do tempo ele sabe poupar a voz, mas não compromete de maneira nenhuma o espetáculo. Billy Duffy, o outro remanescente da formação original do The Cult, seguia preciso com sua guitarra e seus efeitos nos pedais. O restante da banda mandou muitíssimo bem, mantendo o alto nível das composições do grupo: Chris Wyse (Baixo), Mike Dimkitch (Guitarra base) e John Tempesta (Bateria) – com destaque para o excelente desempenho deste último que já trabalhou com grandes nomes do metal como Exodus, Testament e White Zombie. Como não poderia deixar de ser, não faltaram os hits ‘Wild Flower’, ‘Sweet Soul Sister’, ‘Love Removal Machine’ e, para fechar, o absoluto ‘She Sells Sanctuary’. Só ‘Revolution’ ficou de fora do set, talvez por poder ‘destoar’, a julgar pelo ritmo dado pela banda neste show.</p>
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		<title>The Donnas &#8211; Bitchin&#8217;</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 21:15:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernandacorrea</dc:creator>
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		<description><![CDATA[E como de costume, as Donnas se superaram com o novo disco. Praticamente todas as faixas têm base&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://blogofsound.files.wordpress.com/2007/09/bitchincover.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>E como de costume, as Donnas se superaram com o novo disco. Praticamente todas as faixas têm bases recheadas com riffs de guitarra que nos fazem lembrar nada mais, nada menos que os mestres do AC/DC e Kiss. Só essas duas comparações já bastam. O bumbo da bateria abre quase todas as músicas do disco, mas nada que atrapalhe uma boa execução do som pesado e acompanhado do vocal técnico e muito bem feito de Brett. Em agosto a mulherada passou pelos palcos brasileiros e surpreendeu muita gente. Deu uma boa aula de rock’n’roll e foi além da expectativa do público. As meninas são ótimas não só no quesito musical, mas também no quesito carisma. Tiro o chapéu para as quatro, sem pensar duas vezes.</p>
<p>&gt;&gt; Por Renata Crawshaw</p>
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		<title>PF2 &#8211; Nada Pode Dar Errado</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 21:13:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernandacorrea</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nada Pode Dar Errado é o álbum de estréia da PF2. A banda gravou 13 músicas, que foram produzidas p&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.djgotcha.com.br/portal/thumbs.php?w=380&amp;imagem=images/noticias/154/capa%20em%20baixa.JPG" alt="" width="300" height="304" /></p>
<p>Nada Pode Dar Errado é o álbum de estréia da PF2. A banda gravou 13 músicas, que foram produzidas por Ray Z (RPM e Os Ostras). As composições são acentuadamente pop, complementadas com alguns solos de guitarra. O som é bem comercial, com letras sobre amor, melodias fáceis de absorver e músicas cantaroláveis. As influências estão no pop brasileiro atual, especialmente Lulu Santos e bandas jovens. Destacam-se as faixas “Por que você partiu”, “Pode crer” e “Nada pode dar errado”, que oferecem bons refrãos, daqueles que custam a sair da cabeça.</p>
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		<title>Barão Vermelho &#8211; Rock in Rio 85</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 21:12:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernandacorrea</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No dia 15 de janeiro de 1985, o Colégio Eleitoral sagrava Tancredo Neves o primeiro presidente c&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://bp0.blogger.com/_ntVVAu6nkTg/R1DdoSv9f_I/AAAAAAAAAJM/LhVVPH2lbBg/s400/barao_vermelho-rir-album.jpg " alt="" width="277" height="400" /></p>
<p>No dia 15 de janeiro de 1985, o Colégio Eleitoral sagrava Tancredo Neves o primeiro presidente civil depois de 21 anos de ditadura militar. A data que marcou a volta da democracia ao Brasil ficou também na história de uma das maiores bandas de rock do país: o Barão Vermelho. Foi no gigantesco palco do Rock in Rio que Dé, Mauricio Barros, Guto Goffi, Frejat e Cazuza se apresentaram diante de 85 mil pessoas. Eufóricos com a eleição do novo presidente e com a sonhada liberdade de expressão, jovens dançavam enrolados em bandeiras do Brasil e cantavam pro dia nascer feliz.<br />
O DVD Barão Vermelho – Rock in Rio 1985 traz o registro de um show antológico do quinteto carioca. Com 13 músicas (mais uma faixa bônus), o show mostra na íntegra a primeira das duas apresentações que o Barão fez no festival. Com o repertório baseado na turnê Maior Abandonado, em 45 minutos de música o Barão toca o que tem de melhor. Estão lá os sucessos “Maior Abandonado” e “Bete Balanço”, além de “Down em Mim”, “Todo amor que houver nesta vida”, “Por que a gente é assim?” e, no final, a apoteótica “Pro dia nascer feliz”, com Cazuza convocando a “rapaziada esperta” a dar, na manhã seguinte, um bis na felicidade nacional. Nos extras, o documentário Aconteceu em 85, que mostra diferentes pontos de vista do evento e seu contexto histórico, mesclando depoimentos de Pedro Bial, Lucinha Araújo, Leda Nagle e dos músicos com reportagens e imagens da época.<br />
No palco, Cazuza mostra que ainda era um diamante bruto, mas ser apenas o vocalista de uma banda de rock já estava se tornando pouco para seu talento. Cinco meses após a apresentação no Rock in Rio, ele deixou o Barão para seguir em carreira solo. O DVD é também o registro único de algumas versões: “Um dia na vida”, “Mal nenhum” e “Subproduto de Rock”.<br />
Se por um lado o tratamento dedicado às imagens não é suficiente para corrigir as falhas de iluminação, por outro o áudio remasterizado compensa. Talvez o dia não tenha nascido feliz sempre, mas sem dúvida é o registro de uma data que entrou para a história, numa apresentação simbólica em que os jovens e o rock nacional celebraram enfim a sua liberdade.</p>
<p>&gt;&gt; Por Fred Vittola</p>
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		<title>50 Cent &#8211; Curtis</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 21:11:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernandacorrea</dc:creator>
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		<description><![CDATA[50 cent viajou em desafiar Kanye West com esse disco. Desta vez, as jogadas de marketing do rappe&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.mixmatters.com/hot/2007/images/50_Cent-Curtis.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>50 cent viajou em desafiar Kanye West com esse disco. Desta vez, as jogadas de marketing do rapper vão por água abaixo, pois ele inova tanto quanto Roberto Carlos nos fins de ano. As bases “bling bling“ e aquelas caixas tipo “clap“ fazem de Curtis um grande “mais do mesmo”. Nem a produção casca-grossa de sempre (Dr. Dre, Eminem e Timbaland), nem as parcerias endinheiradas (Akon e Justin Timberlake, entre outros) ajudam a salvar o álbum. Destaco a faixa “Curtis 187”, com um beat mais rap, e “Follow My Lead”, das mais lentinhas. Pelo jeito, ele vai ficar mais rico ou continuar tentando até morrer, mas seus CDs valem cada vez menos que 50 centavos.</p>
<p>&gt;&gt; Por Bruno Felin.</p>
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		<title>James Blunt &#8211; All the Lost Souls</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 21:11:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[James Blunt não é o único culpado pela fama de mala que ostenta. Há também os meios de comunicação&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://images.play.com/covers/1125210x.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>James Blunt não é o único culpado pela fama de mala que ostenta. Há também os meios de comunicação e fãs, que fizeram o possível para tornar seu hit “You’re Beautiful” uma das canções mais enjoativas da história da música. Em seu novo álbum, intitulado All the Lost Souls, Blunt oscila entre a inspiração e o enfado. “One of the brightest stars”, “Give me some love” e “1973” são músicas excelentes. Mas a maioria do resto é simplória e, quando o disco acaba, aquele refrão infernal do além volta a ser a marca registrada de James “You’re Beautiful” Blunt.</p>
<p>&gt;&gt; Por Gus Corrêa</p>
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		<title>Ramones &#8211; Pleasant Dreams</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 21:08:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No começo dos anos 80, a banda sofria a maior crise de sua carreira: Tommy, líder musical e profis&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://www.ecovegetal.kit.net/images/ramones%20pleasant%20dreams.jpg" alt="" width="300" height="293" /></p>
<p>No começo dos anos 80, a banda sofria a maior crise de sua carreira: Tommy, líder musical e profissional, abandonara a barca; Johnny e Joey não se falavam mais; Dee Dee estava no auge de seus problemas com drogas, e Marky, com a bebida. E a banda começava a se sentir frustrada por ainda não conseguir emplacar hits nas rádios. Mesmo com o mundo caindo, eles conseguem entrar em estúdio e gravar este que é talvez o mais bonito &#8211; e injustiçado &#8211; de seus álbuns. Quase todas as composições são de Joey. No auge da depressão, mas também da criatividade, compôs clássicos como “We Want The Airwaves” e “The KKK Took My Baby Away” &#8211; ambas autobiográficas. Porém, novamente o disco não alcançou boas colocações nas paradas, e os próprios Ramones praticamente não executaram seus temas ao vivo no decorrer da carreira.</p>
<p>&gt;&gt; Por Pacote</p>
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		<title>Radiohead &#8211; Ok Computer</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 21:07:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernandacorrea</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tomando como ponto de partida a inventividade de  Bitches Brew, de Miles Davis, o Radiohead gan&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://urgh.files.wordpress.com/2007/07/radiohead-okcomputer.jpg" alt="" width="299" height="299" /></p>
<p>Tomando como ponto de partida a inventividade de  Bitches Brew, de Miles Davis, o Radiohead ganha o mundo—merecidamente—com o terceiro disco. Gravado num estúdio no campo e em uma mansão histórica, OK Computer é aclamado mundialmente como um dos álbuns mais influentes dos anos 90. Se em The Bends já havia indícios de uma mudança de estilo nas letras, passando da esfera pessoal depressiva de Yorke para temas mais globais, isso se consolida em OK Computer. O álbum, minado com as mais diversas influências, pavimenta elegantemente o território experimental que a banda viria a explorar. Apesar de não ter sido pensado como álbum-conceito, o disco é um retrato dos excessos da modernidade, desde o encarte até a última nota de “The Tourist”. Ouça “Paranoid Android” e “Exit Music (For A Film)” enquanto circula pelo caos urbano e você entenderá.</p>
<p>&gt;&gt; Por Gabriel Resende</p>
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		<title>Brian Wilson &#8211; Pet Sounds Live in London (DVD)</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 21:06:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Sentado diante do teatro lotado, Brian Wilson pouco toca a superfície branca e preta de seu tecl&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://1.bp.blogspot.com/_T9XgV36ncAY/SC3aHb383RI/AAAAAAAADn8/7mqz3-EavoQ/s1600/BRIAN%2BWILSON.jpg" alt="" width="300" height="429" /></p>
<p>Sentado diante do teatro lotado, Brian Wilson pouco toca a superfície branca e preta de seu teclado. O contexto justifica: depois de viver como um vegetal por décadas, o mítico ex-Beach Boy engatinha sua reaparição como esta figura totalmente diferente da que se imagina estar por trás do disco que o endeusou. Por isso, o choque é ainda maior. Pet Sounds ajudou a fundamentar os rumos que a psicodelia e a experimentação dariam à música no fim dos sixties. A harmonização e as melodias vocais, maravilhosamente belas, prescindem de muito talento, que aparentemente acabou prejudicado em Brian. Ainda assim, a genialidade das canções, a banda competente e apaixonada e a própria figura tragicômica do líder, ao cantar “Wouldn’t it be nice” e “I’m Waiting For The Day” (mexendo os braços como uma criança feliz e alcançando as notas agudas como pode)—tudo isso junto—não deixam que um evento surreal como a execução integral de Pet Sounds, quarenta anos depois, fique aquém de um aceitável muito bom.</p>
<p>&gt;&gt; Por Fernando Corrêa</p>
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		<title>Cyndi Lauper &#8211; Bring Ya To The Brink</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 21:06:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernandacorrea</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Bring Ya to the Brink, que significa “trazer você para o canto”, é justamente o que Cyndi Lauper q&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://ecx.images-amazon.com/images/I/51HaAW8cexL._SS500_.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>Bring Ya to the Brink, que significa “trazer você para o canto”, é justamente o que Cyndi Lauper quer fazer com seu álbum recém lançado. Um CD com 12 faixas completamente dançantes: fora, no máximo, uma ou duas músicas lentas, o disco é totalmente on the dancefloor. As influências mais presentes no trabalho são o disco e o electro, mas é possível sentir, inclusive, uma leve pitada de funk carioca em “Rockin Chair”. Lauper deixa clara sua escolha pelo som electro nas faixas “High &amp; Mighty”, “Into The Night Life” e “Grab a Hold”. Produzido por Basement Jaxx, Dragonette e outros, Bring Ya to the Brink promete não decepcionar os amantes da eterna musa dos anos 80. Aliás, ela vem tocar aí esse ano (leia mais na seção de news)!</p>
<p>&gt;&gt; Por Rafael Santos</p>
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		<title>Sigur Rós &#8211; Med Sud I Eyrum Vid Spilum Endalaust</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 21:05:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernandacorrea</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://earz-mag.com/em/wp-content/uploads/2008/05/sigur-ros-me%F0%20su%F0-%ED-eyrum-vi%F0-spilum-endalaust.gif" alt="" width="300" height="273" /></p>
<p>Cada CD do Sigur Rós parece a trilha sonora de um filme diferente. É o tipo de som que liberta a imaginação do ouvinte. “meðsuðí eyrum viðspilum endalaust”, em português “com um zunido em nossas orelhas, tocamos incessantemente” não é diferente. As inovações, como “All Alright”, faixa gravada em inglês, só melhoram a qualidade do álbum. Mesmo que ainda não haja traduções das letras para o português, pode-se sentir a atmosfera etérea de sempre: melodias e vocais na melhor das harmonias. São poucos os álbuns que podem ser definidos como “experiências transcendentais”, mas esse é um deles: há o enredo de uma história a cada música. É ouvir para crer.</p>
<p>&gt;&gt; Por Fernanda Grabauska</p>
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		<title>Leila Pinheiro &#8211; Nos horizontes do mundo</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 21:05:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos horizontes do mundo é o registro em DVD do CD homônimo lançado pela intérprete Leila Pinheir&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://vagalume.uol.com.br/leila-pinheiro/discografia/nos-horizontes-do-mundo.jpg" alt="" width="300" height="267" /></p>
<p>Nos horizontes do mundo é o registro em DVD do CD homônimo lançado pela intérprete Leila Pinheiro. Foi gravado em uma apresentação da cantora em São Paulo, no ano de 2006. O show realizado no SESC Pompéia conta com 21 músicas. Leila é considerada um dos expoentes da MPB brasileira, com interpretações fabulosas em seus 27 anos de carreira. Destacada na bossa nova, a grande atração neste registro é a voz da cantora e o entrosamento do grupo que a acompanha. O registro é simples, como a bossa acostumou-se a ser. Não faltam as principais canções da veterana, como as clássicas “Escravo da Alegria” e “Nuestro Huramento”, e as recentes “O amor e eu” e “A vida que a gente leva”.</p>
<p>&gt;&gt; Por Gus Corrêa</p>
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		<title>Pato Fu &#8211; Daqui pro futuro</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 20:39:56 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.rdbox.blogger.com.br/daqui_pro_futuro.jpg" alt="" width="300" height="299" /></p>
<p>O nono disco dos mineirinhos prova que, mesmo tendo parado por um tempo, a banda ainda sabe fazer um bom trabalho. A produção é de total independência e explora bastante o lado dos efeitos eletrônicos e as leves intervenções de guitarra nas músicas—que, diga-se de passagem, vêm cheias de letras inteligentes e melodias que não saem da cabeça. Destaque para “30.000 pés”, a cover dos ingleses da Siouxsie &amp; the Banshees, “Cities in Dust”, “A Hora da Estrela” e “A Verdade Sobre o Tempo”. Tenho a impressão de que Pato Fu tem o dom de transmitir uma sensação de paz interior nas pessoas. E conseguiram, mais uma vez, me fazer pensar assim com este lançamento.</p>
<p>&gt;&gt; Por Renata Crawshaw</p>
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		<title>The Clash &#8211; Revolution Rock</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 20:39:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernandacorrea</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Clash é, para muitos, a banda definitiva de punk rock—pelo mesmo motivo que, para outros, ela p&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://www.starpulse.com/news/media/clashdvdfeat.jpg" alt="" width="300" height="430" /></p>
<p>O Clash é, para muitos, a banda definitiva de punk rock—pelo mesmo motivo que, para outros, ela perde o cargo: Joe Strummer, Mick Jones e cia. quebraram as barreiras do estilo desde os primeiros trabalhos, ao transitarem pelo reggae, até a entrada de cabeça na new wave. Ainda assim, o grupo manteve o esforço em permanecer ligado às raízes agressivas no discurso e no posicionamento.<br />
Boa parte desse trânsito e dessa fúria é registrada nos 83 minutos de documentário de The Clash Live: Revolution Rock. A coletânea de gravações ao vivo deixa claros os efeitos da caminhada: o strummer que toca “White Riot” transborda energia contestatória, enquanto o que toca “Should I Stay or Should I Go” diante de uma platéia gigantesca em 1982 (no Shea Stadium) parece apenas cumprir o protocolo de um grande show de rock.<br />
O DVD traz outras performances, como as da banda tocando em casas de espetáculo no fim dos anos 70 e três apresentações na TV (“The Guns of Brixton”, “This is Radio Clash” e “The Magnificient Seven”). Praticamente todas as faixas são vídeos ao vivo, com exceção da dublagem pseudo-empolgada de um promo de “Tommy Gun”.<br />
Embora não se preste para contar a história da banda em detalhes—há uma narração que acompanha as músicas, dispostas em ordem cronológica, porém só informa os mais desinformados—, Revolution Rock é rico naquilo que os fãs mais procuram em DVDs ao vivo: registros raros. Por isso, algumas músicas aparecem com a imagem granulada ou com o áudio não tão bom.<br />
Ainda assim, as melhores performances não são as inéditas, mas as do longa Rude Boy (“I Fought the Law” e “ London’s Burning”) e da reedição de London Calling, de 2004 (“Last Way to the World” e “Last Testament”). Ou seja, para os fãs, Revolution Rock é uma oportunidade de ter alguns poucos vídeos novos, junto a tantos outros já disponíveis, em um só DVD. Para quem apenas gosta de Clash, eis a melhor coleção de material ao vivo e um pouco da história de uma das bandas mais influentes dos últimos 30 anos. Should you go? Yes, you should.</p>
<p>&gt;&gt; Por Ricardo Jaggard</p>
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		<title>Oasis &#8211; Definitely Maybe</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 20:39:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A cidade era Manchester, na Inglaterra. O ano era 1994 e uma crise política e cultural afetava o p&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://991.com/newgallery/Oasis-Definitely-Maybe-296317.jpg" alt="" width="300" height="302" /></p>
<p>A cidade era Manchester, na Inglaterra. O ano era 1994 e uma crise política e cultural afetava o país. A nação que sempre foi referência básica de música e comportamento já prosternava sua identidade, já não tinha uma banda a enlouquecer o mundo e via o movimento grunge se espalhando cada vez mais.<br />
Este foi o cenário para o Oasis lançar seu primeiro álbum, que rapidamente se tornaria um divisor de águas na história do rock. Definitly Maybe foi o grito da juventude e da classe trabalhadora britânica, com as guitarras sujas de Noel, a voz estridente de Liam, músicas repletas de riffs de guitarra, pratos estrepitosos e letras controversas, que geraram polêmica desde o lançamento do disco, como no clássico “Cigarettes &amp; Alcohol”. Foi também o disco de estréia de uma banda a chegar mais rápido ao topo da billboard, vendendo 7,5 milhões de cópias. Com temas como “Supersonic”, “Rock’n’Roll Star” e “Live Forever”, o Oasis arrebanhava fãs pelo Reino Unido e pelo mundo.</p>
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		<title>Oasis &#8211; Don&#8217;t Believe the Truth</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 20:39:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Lembro-me que quando eu comprei o DBTT sentei-me na sacada de casa e coloquei o CD no som da sala, a&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://hitfm.cri.cn/hitfm/artist/o/oasis/image/01.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>Lembro-me que quando eu comprei o DBTT sentei-me na sacada de casa e coloquei o CD no som da sala, aumentando bem o volume para poder escutar. Após a contagem, começava a primeira música, “Turn Up The Sun” (assinada pelo baixista Andy Bell), de uma forma tão marcante e peculiar que imaginei estar na presença do melhor disco da banda. Agora com 4 músicos compondo e o filho de Ringo Starr (Zak Starkey) seguro na bateria, o Oasis havia abandonado de fato seu tempo de experimentações e apresentava um disco muito particular, com composições emocionantes de Noel, como “The Importance of Being Idle” e “Let There Be Love”. O que fica claro até para os diletantes é que o comportamento dos irmãos Gallagher pode até ser contestado, mas nunca podemos deixar de duvidar do talento destes já afirmados ícones da história do rock. E os discos estão aí, para quem ainda duvidar.</p>
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		<title>Manu Chao &#8211; La Radiolina</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 20:38:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Corrêa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No que disse ser o último disco de sua carreira, Chao poderia ter economizado canções. Exemplos&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://klaudioblog.files.wordpress.com/2007/09/manuchao_laradiolina.jpg" alt="" width="300" height="271" /></p>
<p>No que disse ser o último disco de sua carreira, Chao poderia ter economizado canções. Exemplos: “13 dias” vale mais pela letra do que pela fraca composição, e “Politik Kills” desaponta pelas frases de efeito com a ingenuidade de um punk de 15 anos. O ponto alto fica com a trinca “Rainin Paradize”, “Besoin De La Une” e “El Kitapenaum”: uma visita ao punk, um flerte com o country e um rock pop e melodioso unidos por frases de guitarra simples, como se fossem parte de um só ritmo. Manu despeja sua tranqüilidade narcótica em “A Cosa”, interrompida pela divertida meio-Ramones “The Bleeding Clown”. O contraste entre rock e calmaria latina faz de La Radiolina um bom disco. Porém, bonus tracks fracas como “Siberia” (um auto-plágio na base de “Rainin Paradize”) não obtêm sucesso pelo simples fato de serem piores que as matrizes. Equilíbrio: Chao acerta quando resolve se refazer bem feitinho, e erra feio ao cuspir canções vazias, pondo um peso nas costas de La Radiolina—que resvala, mas não cai.</p>
<p>&gt;&gt; Por Nando Corrêa</p>
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		<title>Ben Harper &#8211; Lifeline</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 20:38:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Depois de uma longa turnê européia, Ben Harper e sua banda, a Innocent Criminals, estacionaram&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.lostateminor.com/wp-content/uploads/2007/08/ben-harper-lifeline.jpg" alt="" width="300" height="265" /></p>
<p>Depois de uma longa turnê européia, Ben Harper e sua banda, a Innocent Criminals, estacionaram em Paris e, em uma semana (isso mesmo, sete dias), gravaram este grande disco. Lifeline foi inteiramente gravado ao vivo, direto na fita, sem o uso de Protools ou computadores milagrosos. Utilizando apenas  uma mesa de 15 canais, que na verdade teria 16, mas um estava estragado, o grupo produziu um disco intenso e afiado musicalmente. Nele, notamos uma faceta mais “calma” do compositor, deixando o rock e o funk um pouco de lado, tendendo mais para o gospel, blues e folk, sempre com a estética setentista que já virou sua marca registrada. Destaques para “Having Wings”, “Fool for a Lonesome Train” e “Lifeline”.</p>
<p>&gt;&gt; por Rafa Rocha</p>
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		<title>Super Furry Animals &#8211; Hey Vênus!</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 20:36:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Super Furry Animals mostra em Hey Vênus! uma síntese do que faz muito bem há mais de 10 anos. Se nã&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://vox2.cdn.amiestreet.com/album-art/Hey-Venus!-by-Super-Furry-Animals_58231_full.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>O Super Furry Animals mostra em Hey Vênus! uma síntese do que faz muito bem há mais de 10 anos. Se não é, definitivamente, o melhor e mais aclamado álbum da banda, também não pode ser considerado um disco inferior no qualificado acervo dos galeses. Estão aí os refrães fáceis de digerir e as referências à música do país de origem. Hey Vênus! é pop do começo ao fim, alternando alusões aos anos 60 (ouça “Battersey Odissey” e me xingue por e-mail se não lembrar Roy Orbison) e aos 80 (“Babe ate my eightball”, uma das melhores do álbum). Mais um ótimo disco para a conta do Super Furry.</p>
<p>&gt;&gt; Por Gustavo Corrêa</p>
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		<title>KT Tunstall &#8211; Drastic Fantastic</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 20:34:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[KT Tunstall é uma escocesa de 32 anos que teve uma estréia muito boa, chamada Eye of the Telescope&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://theplaidnightmare.files.wordpress.com/2008/03/drastic_fantastic.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>KT Tunstall é uma escocesa de 32 anos que teve uma estréia muito boa, chamada Eye of the Telescope, e lança ainda credenciada pela boa repercussão um novo álbum, intitulado Drastic Fantastic. Para definir o som dela, não há como fugir de dois nomes: Sheryl Crow e Goo Goo Dolls. Há uma vocação pop inegável em determinadas canções, como a ótima “Little Favours” e a romântica “If Only”. A escolha por “Hold on” para single do álbum é até estranha quando se tem essas duas canções à disposição. Estranhezas à parte, Drastic Fantastic traz algumas excelentes canções pop folk. Mesmo não sendo ótimo, está longe de ser ruim.</p>
<p>&gt;&gt; Por Gustavo Corrêa</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Ira &#8211; Invisível DJ</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 20:32:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Invisível DJ tinha como proposta, segundo as palavras de Rick Bonadio (que o produziu), mostra&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://blog-br.com/uploads/j/josecrespo/21092.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>Invisível DJ tinha como proposta, segundo as palavras de Rick Bonadio (que o produziu), mostrar as canções do novo álbum do Ira! de um jeito mais íntimo, como se estivessem sendo gravadas em um ensaio. No entanto, a impressão que fica é outra. A qualidade das duas primeiras canções até engana, mas a gravação evidencia uma banda retraída e, surpreendentemente, fria, com raros momentos de descontração. Acaba parecendo a gravação de um ensaio insosso com um final ruim (Nasi canta mal “Foxey Lady”, de Jimi Hendrix). De realmente bacana, pelo menos há os depoimentos de integrantes e pessoas que participaram dos 25 anos de história da banda. O DVD também traz o videoclipe da música “Eu Vou Tentar”.</p>
<p>&gt;&gt; Por Gus Corrêa</p>
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		<title>Jeff Buckley &#8211; Live in Chicago</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 20:32:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernandacorrea</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A obra de Jeff Buckley desperta uma curiosidade dos fãs que remete àquelas lendas mais obscuras&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://static.rateyourmusic.com/album_images/95466.jpg" alt="" width="300" height="425" /></p>
<p>A obra de Jeff Buckley desperta uma curiosidade dos fãs que remete àquelas lendas mais obscuras do rock’n’roll. O cantor morreu em 1997, afogado num afluente do Mississipi, após assombrar a música mundial com uma estréia arrebatadora, o álbum Grace (1994). Em Live in Chicago, DVD gravado no Cabaret Metro em 1995, um pouco desse encantamento pela figura de Jeff Buckley é compreendido. O disco estampa o melhor do cantor, extraindo toda a dor e o sofrimento de suas letras e interpretações contundentes, com sua voz absolutamente impecável e impressionante. Da obra-prima Grace estão as belíssimas “Lover, You Should’ve Come Over”, “Last Goodbye” e “Grace”, além da clássica versão de “Hallelujah”, de Leonard Cohen. Além disso, uma grande chance de entender as razões de gente como Bob Dylan, Robert Plant, Paul McCartney e Björk reverenciarem Jeff Buckley como um dos maiores talentos da música nos últimos tempos.</p>
<p>&gt;&gt; Por Carlos Guimarães</p>
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		<title>Oasis &#8211; What&#8217;s the story morning glory?</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 20:31:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernandacorrea</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mas foi com o segundo disco que os sempre ébrios e petulantes irmãos da cidade de Manchester subi&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://www.oasis.hk/images/records/albums/whats_the_story_morning_glory.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>Mas foi com o segundo disco que os sempre ébrios e petulantes irmãos da cidade de Manchester subiram ao altar das canções eternizadas pelo tempo e pela mídia. Depois do álbum de estréia, com um rock mais cru e sujo, o Oasis passou a mostrar melodias incomparáveis, arranjos de orquestra e, pela primeira vez, o compositor Noel como vocalista principal num disco, em uma canção que virou um hino: “Don’t Look Back in Anger”. A voz rasgada, marca inconfundível de Liam, corta o arguto som do violão no eterno clássico Wonderwall, música-destaque do álbum e das pesquisas de preferência do público até os dias de hoje.</p>
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		<title>Panic at the Disco &#8211; Pretty Odd</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 19:17:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tal como o Fall Out Boy em Infinity on High (2007), o Panic At The Disco demonstra em seu novo disco&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://991.com/newGallery/Panic-At-The-Disco-Pretty-Odd-428015.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>Tal como o Fall Out Boy em Infinity on High (2007), o Panic At The Disco demonstra em seu novo disco ambição e talento suficientes para se colocar um degrau acima da mesmice emorock atual (aquela das melodias previsíveis e da estética extrapolada). Sim, eles têm o visual de cartilha, mas o que realmente quero destacar—pois é o que mais importa aos ouvidos—é a música. Pretty Odd, como o próprio nome diz, não é um álbum convencional. Trata-se de uma grande mistura de estilos, vertentes e referências, que começam no emo, mas passam por folk, Beatles, jazz, desenhos animados… A facilidade para criar excelentes melodias, como comprovam “Nine in the Afternoon” e “That Green Gentleman”, persiste.</p>
<p>&gt;&gt; Por Gustavo Corrêa</p>
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		<title>Supergrass &#8211; Diamond Hoo Ha</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 19:14:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernandacorrea</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Supergrass reinventa-se em Diamond Hoo Ha. Não que isso seja uma novidade; quem conhece a disc&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://www.sweetslyrics.com/poze/supergrass%20diamond%20hoo%20ha.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>O Supergrass reinventa-se em Diamond Hoo Ha. Não que isso seja uma novidade; quem conhece a discografia deles sabe como gostam de mudar de um álbum para outro. Depois da briga entre o vocalista Gaz Coombes e o baterista Danny Goffey e do ataque de sonambulismo que fez o baixista Mick Quinn cair do primeiro andar, DHH traz o vigor de que alguns sentiram falta em Road to Rouen (que eu acho um álbum fantástico). Um disco com audíveis referências de Bowie, Dylan e T-Rex. Músicas como “Bad Blood”, “Ghost of Friend” e “Rebel in You” (poderia citar o album na íntegra) mostram que quem fala que o Grass deveria ter acabado há algum tempo, ou nunca gostou da banda ou não envelheceu tão bem quanto eles. Obra!</p>
<p>&gt;&gt; Por João Augusto</p>
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		<title>Raconteurs &#8211; Consolers of the Lonely</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 19:13:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernandacorrea</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para o grande público, The Raconteurs é o projeto paralelo de Jack White, e Brendan Benson uma in&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://programaaltofalante.uol.com.br/userfiles/image/pe-raconteurs-consolers_of_the_lonely.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>Para o grande público, The Raconteurs é o projeto paralelo de Jack White, e Brendan Benson uma incógnita. Consolers of the Lonely não deve mudar essa concepção. Sem desmerecer Benson, que também é frontman e assina as composições, o álbum transborda White. Ou seja, é mais rápido, intenso e frenético que o  antecessor, Broken Boy Soldiers (2006). O primeiro single, “Salute Your Salution”, segue essa linha e tem tanto poder de fogo quanto “Steady as She Goes”. No entanto, as inovações param por aí. Afora isso e o lançamento apressado que, controvérsias a parte, pôs todo mundo para correr, Consolers…, de maneira geral, só  consolida o que a banda faz de melhor: o bom e velho rock, com raízes fincadas nos anos 60 e 70. Já está mais que bom.</p>
<p>&gt;&gt; Por Fernanda Botta</p>
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		<title>Lincon &#8211; Lincon</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 19:09:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Lincon é um trio de post-rock emotivo composto por Jeison (vocal e guitarra), Guilherme (bate&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://rockgaucho.com.br/images/cd_lincon.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>A Lincon é um trio de post-rock emotivo composto por Jeison (vocal e guitarra), Guilherme (bateria) e Cristiano (baixo). Entre terças, oitavas e letras emotivas, a banda faz um bom trabalho em seu álbum. Com um punhado de melodias redondas e bons timbres, não dá para fugir da comparação com nomes gringos, como Finch e The Used, e nacionais, como Fresno e Aditive. Tem o potencial para emplacar algumas canções, mas antes precisa fugir de melodias vocais insistentes. Em alguns momentos, os refrões, na tentativa de emocionar, acabam parecendo demais uns com os outros.</p>
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		<title>Fábio Marrone &#8211; No Rip</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 19:09:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Música instrumental não é praia para muitos. As capacidades técnicas e criativas dos músicos f&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://www.fabiomarrone.com/img/cd-norip.jpg" alt="" width="300" height="282" /></p>
<p>Música instrumental não é praia para muitos. As capacidades técnicas e criativas dos músicos ficam evidentes, e é fácil cair na cilada do que soa bem, mas não necessariamente satisfará os ouvidos do público. Com Luciano Leindecker (baixo) e Alexandre Barea (bateria), Fábio Marrone está bem acompanhado para não cair nessa: a virtuose de Satriani, os momentos de Hendrix e o toque brasileiríssimo dão a No Rip um ritmo estradeiro familiar. Canções como “Retoside” e “RS-040” são belos embalos para quem pega o carro rumo à praia ou curte uma manhã de domingo.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Os Flutuantes &#8211; Vol. 1</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 19:08:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[“Rock’n’roll honesto” é a melhor definição para o som dos Flutuantes. Em Volume 1, os caras ofer&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Rock’n’roll honesto” é a melhor definição para o som dos Flutuantes. Em Volume 1, os caras oferecem dez faixas sem muitas surpresas, mas com bons momentos. São canções que vão desde o rock para dançar, com ares de jovem guarda, até a balada perfeita para ouvir pensando na pessoa amada. Lançado em 2006, o álbum obteve boa repercussão e levou a banda a diversos programas de TV e revistas. Vale a pena prestar atenção em faixas como “Novos Tempos” e “Vou sair por aí”, duas das melhores do disco.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Full Plate &#8211; Temos Um Futuro pra Viver</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 19:07:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernandacorrea</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O début da Full Plate, uma das poucas bandas a ainda marcar presença no cenário HC porto-alegren&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.noize.com.br/wp-content/uploads/2008/08/untitled.bmp"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2200" title="untitled" src="http://www.noize.com.br/wp-content/uploads/2008/08/untitled.bmp" alt="" width="300" height="299" /></a></p>
<p style="text-align: center;">
<p>O début da Full Plate, uma das poucas bandas a ainda marcar presença no cenário HC porto-alegrense, é um disco para fãs do estilo. Mesmo porque agradar a todos nunca foi uma pretensão de tantos grupos jovens que se ajuntam para tocar hardcore melódico. Para os que buscam a diversão que a batida acelerada e as guitarras simples de bandas como Face to Face (e seus filhos, CPM 22) proporcionam, Temos Um Futuro pra Viver é um “prato cheio”, uma produção legal reunindo boas composições, com destaque para “Mike”, “Outro Alguém” e “Desabafo”. Certamente uma banda em evolução.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Heavy Metal: Louder Than Life</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 19:01:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernandacorrea</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Heavy Metal: Louder Than Life é um documentário que traça a história do gênero a partir de depoim&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://manoel.blogaliza.org/files/2007/04/heavy-metal-louder-than-life-2006.jpg" alt="" width="300" height="425" /></p>
<p>Heavy Metal: Louder Than Life é um documentário que traça a história do gênero a partir de depoimentos e imagens de momentos importantes para o seu surgimento e desenrolar. Dirigido por Dick Carruthers, responsável por DVDs sobre Led Zeppelin e Aerosmith, e produzido por Jim Parsons, do programa Headbanger’s Ball, da MTV norte-americana, Louder Than Life acerta e erra proporcionalmente.<br />
Os acertos estão presentes principalmente na construção histórica de qualidade e na escolha de nomes representativos para os depoimentos entremeados no documentário. Estão ali teses e fatos do genial Dee Snider (Twisted Sister), do sábio Geezer Butler (Black Sabbath), de Ian Paice (Deep Purple), Bruce Kulick (Kiss) e outros. Somados a eles, ícones de diversas gerações e vertentes diferentes do heavy metal, de bandas como Thin Lizzy, Rainbow, Dio, Scorpions, Judas Priest, Whitesnake, Motörhead, Metallica, Anthrax, Testament, Overkill, LA Guns, Ratt (Stephen Pearcy), Napalm Death e Kittie. O que acaba prejudicando o resultado final do filme é uma certa preferência ao que foi feito nos Estados Unidos, significando, essencialmente,  desrespeito a bandas européias que não poderiam ser simplesmente citadas. Com todo respeito ao Judas Priest, que definitivamente teve sua parcela de contribuição ao metal, mas não seria o Iron Maiden também merecedor de um espaço significativo no vídeo? Outra dificuldade é a discussão sobre o polêmico nu metal, centrada na figura de Jonathan Davis, do Korn. Estranha a ausência de algum membro do Rage Against the Machine,  que antecedeu o estilo, por exemplo.<br />
Independentemente dos defeitos citados acima, é indispensável para qualquer amante do metal ou mesmo de outros estilos. Didático e animado, não entedia como outros documentários que vemos por aí. Traz dois DVDs: um com o filme em si e outro com extras. Estão ali as “forçadas” Confissões de um headbanger, a maravilhosa Entrevista com Dee Snider, a bobagem Metal Skool, a Linha do tempo do metal e os Testemunhos de quem conhece para os melhores álbuns da história do Heavy metal.</p>
<p>&gt;&gt; Por Gustavo Corrêa</p>
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		<title>Matanza &#8211; MTV Apresenta</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 18:58:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Corrêa</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Matanza]]></category>
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		<description><![CDATA[Mais uma banda vivida a receber o reconhecimento que só um lançamento com o selo da MTV pode propo&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.noize.com.br/wp-content/uploads/2008/08/m_mamatanza.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2209" title="m_mamatanza" src="http://www.noize.com.br/wp-content/uploads/2008/08/m_mamatanza.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p>Mais uma banda vivida a receber o reconhecimento que só um lançamento com o selo da MTV pode proporcionar—e já era hora. Dispostos a dar um basta na caretice da cena rock, o Matanza legitima a porrada veloz de sua música com uma presença de palco tão marcante que chega a ser perceptível com os olhos fechados. Somada ao impacto da bateria hardcore e ao vocal rasgado, a interação com o público é o que mais convence. Os berros de Jimmy só não levam as fãs exaltadas a nadar nuas num mar de uísque por falta de mar.<br />
“Meio Psicopata” abre com fúria os precedentes do countrycore, que “Pé na porta, soco na cara” atenua para um punk rock tranqüilo—sem perder a temática, tão agressiva que chega a ser caricata. Ziguezagueando entre o Megadeth e os Ramones, a eventual mediocridade é ofuscada por grandes momentos de rock’n’roll vividos num Hangar 110 visceral, que por pouco não vai abaixo com a saideira, “Interceptor V-6”. De extras, uma boa entrevista com a banda.</p>
<p>&gt;&gt; Por Fernando Corrêa</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Vitor Araújo &#8211; TOC</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 18:49:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Corrêa</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Vitor Araújo]]></category>

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		<description><![CDATA[Dono de cacoetes que apontam para uma renovação do erudito, Vitor Araújo não se intimida diante&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://www.mubi.com.br/octopus/design/images/8/products/b/mubi3035.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>Dono de cacoetes que apontam para uma renovação do erudito, Vitor Araújo não se intimida diante do Teatro de Santa Isabel lotado. A magreza do jovem caminha até o piano de cauda aberto, toca as cordas e bate nas paredes internas do instrumento. Sua performance intensa subverte a noção tradicional do pianista: sobe no instrumento quando sente vontade e aproxima o rosto das teclas como um velho míope fazendo palavras cruzadas.  O bom compositor de “Valsa pra Lua” ainda confunde-se com o garoto polêmico de releituras ofensivas de tão interferentes. Falem mal se quiserem, mas TOC evidencia a grande promessa do piano brasileiro.</p>
<p>&gt;&gt; Por Fernando Corrêa</p>
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		<title>Goldfinger &#8211; Hello Destiny</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 18:48:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernandacorrea</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://media.collegepublisher.com/media/paper1096/stills/zm1u7ar5.jpg " alt="" width="300" height="301" /></p>
<p>Uma coisa que eu gosto no Goldfinger é essa singularidade nas músicas. Hello Destiny não traz grandes novidade, mas é recheado com canções bacanas do seu pop-punk inconfundível. “Without Me” e “How Do You Do It” são ótimas de ouvir. Entre elas, um pouco do reggae (“The Only One”) e do ska (“Get Up”) de costume. O quarteto mantém a linha dos trabalhos anteriores. Continuam mesclando as músicas de amor com letras mais políticas. Desta vez, aparecem figuras como Dean Butterworth (Good Charlotte) e Bert McCracken (The Used). Quem não deixou o Goldfinger com os últimos álbuns, não vai deixar agora.</p>
<p>&gt;&gt; Por Cristiano Lima</p>
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		<title>The Kooks &#8211; Konk</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 18:47:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gus</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-right: -88.8pt; text-align: justify; line-height: 120%;"><img class="aligncenter" src="http://991.com/newGallery/The-Kooks-Konk-429225.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>O pop ingênuo e dançante do The Kooks está de volta, tentando açucarar os ouvidos alheios. O mérito de Inside in, inside out, lançado dois anos atrás, era o frescor e a habilidade de empilhar hits de karaokê britânico. No segundo disco, no entanto, o buraco é mais embaixo. Konk é que nem aquela comédia romântica que você achou “legalzinha”, mas é obrigado a ver de novo. Inevitavelmente, lá pela terceira vez ou até mesmo na segunda, vai preferir mudar de canal. Faltam novas idéias e, principalmente, novos hits, que são essenciais para garantir a sobrevivência de uma banda pop.</p>
<p>&gt;&gt; Por Gustavo Corrêa</p>
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		<title>Portishead &#8211; Third</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 18:43:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernandacorrea</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://musicness.files.wordpress.com/2008/03/portishead-third.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>O primeiro trabalho do Portishead em dez anos não decepciona, mas sim desconcerta. “Silence”, a primeira música, é estonteante: inicia com frases em bom português e termina bruscamente, justo quando parecia possível entendê-la melhorl. A batida está mais rápida do que nunca, combinada com os vocais sempre lentos e angustiados de Beth Guibbons, que volta a cantar como no primeiro CD, Dummy. As passagens inesperadas, com faixas mais crescentes que mudam bruscamente do início para o fim, marcam o álbum. Uma das maiores surpresas está no toque vintage, violão e backing vocals de “Deep Water”.</p>
<p>&gt;&gt; Por Maria Joana Avellar</p>
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		<title>Ramones &#8211; Rocket to Russia</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 18:39:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernandacorrea</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://g-ecx.images-amazon.com/images/G/01/ciu/eb/d5/09bb9833e7a07b7330af2110.L.jpg " alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>Esse é o disco que definiu como o punk rock deve soar. Está tudo ali: guitarras sujas, baixo reto, bateria rápida como o habitual, porém agora mesclados com elementos da surf music, como teclado, meia lua e coros de vocais. Rocket to Russia agrupa o maior número de hits da banda, como “Rockaway Beach” e “Sheena Is A Punk Rocker”, e foi reproduzido quase na íntegra nos shows da banda, mesmo duas décadas após seu lançamento. O disco foi gravado em três semanas, e os custos não chegaram a 20 mil dólares &#8211; em uma epoca em que era comum se gastar 500 mil dólares em um álbum. Pela primeira vez um LP do Ramones teve boa receptividade na crítica e grande exposição na mídia. Vale também ressaltar que, em 2007, o clássico completou 30 anos de existência, e continua arrecadando novas gerações de fãs &#8211; e arrepiando os pelinhos dos braços das gerações antigas.</p>
<p>&gt;&gt; Por Pacote</p>
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		<title>Ramones &#8211; Mondo Bizarro</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 18:37:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernandacorrea</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://static.rateyourmusic.com/album_images/3062.jpg" alt="" width="300" height="300" /><br />
O começo dos anos 90 foi marcado pela saída do baixista e fundador, Dee Dee Ramone, que foi se dedicar a outros projetos, como um disco de rap. Em seu lugar, eis que o jovem CJ Ramone entra em cena, injetando a dose de vitalidade que a banda precisava na sua fase final. Seu disco de estréia é uma obra de arte, e já conta inclusive com duas músicas cantadas por ele. Dee Dee continuou contribuindo com composições, como “Poison Heart” e “Strength to Endure”, que fazem boa companhia a músicas como “It’s Gonna Be Alright” e “I Won’t Let It Happen”, de um Joey inspiradíssimo. Três anos e dois discos depois, a banda declararia seu fim, consagrando-se como a mais influente banda da história do rock.  Agora, para saber o que foram os Ramones, ligue o Loco Live no último volume.</p>
<p>&gt;&gt; Por Pacote</p>
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		<title>Anton Corbijn &#8211; Control (Joy Division)</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 18:33:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernandacorrea</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.athensexchange.com/img/articles/578/corbijnControl.jpg" alt="" width="300" height="443" /></p>
<p>É impossível, ainda que na forma hipotética, dimensionar a contribuição de Ian Curtis ao que se convencionou chamar de rock dos anos 80. Hoje, não precisamos de mais do que “vai tocar anos 80” para sabermos o que nos espera e decidirmos se o convite é agradável ou detestável.<br />
O ano é 1976. Um jovem enfrenta a rotina de Macclesfield, pequena cidade do condado de Cheshire, na Inglaterra. Para passar o tempo, ouve David Bowie, de quem possui discos, pôsteres e inspiração para maquiar-se. Mas esse não é apenas mais um inglês fã de Bowie: trata-se de Ian Curtis (brilhante atuação de Sam Riley), que, pouco tempo depois, se tornaria vocalista do Joy Division, banda cuja efemeridade não lhe rouba a inegável influência em tudo que veio a seguir. É na pessoa do sensível e melancólico compositor que o fotógrafo e diretor Anton Corbijn centraliza Control. Em um ambiente frio, enfatizado pela fotografia em preto e branco, em duas horas são contados os quatro anos da banda de onde surgiu o New Order e, por tabela, uma ninhada de filhotes nas décadas posteriores.<br />
O encontro entre Ian, Bernard, Peter e Stephen acontece em um show do Sex Pistols. Estava formado o Warsaw, mais tarde substituído por Joy Division. Paralelamente, o vocalista está casado com Deborah (Samantha Morton), uma paixão repleta de efeitos impulsivos, como a filha Natalie. O filme conta o rápido crescimento do grupo, desde o modo como conheceram o empresário Rob Gretton, o contrato “a sangue” com a Factory Records, as primeiras turnês e o sucesso com o público e com a crítica quando do lançamento de Unknown Pleasures (1979), primeiro álbum de estúdio (haveria apenas mais um, Closer, lançado postumamente). As principais músicas do Joy Division estão presentes no filme.<br />
Os efeitos indesejados dos remédios utilizados para conter uma epilepsia cada vez mais grave, um caso extraconjugal com uma funcionária da embaixada belga (Annik Honoré) e todas as confusões e culpas despertadas pelo sentimento de traição são elementos decisivos para que Ian cometesse suicídio em maio de 1980, aos 23 anos.</p>
<p>&gt;&gt; Por Gustavo Corrêa</p>
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		<title>Ney Matogrosso &#8211; Inclassificáveis</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 18:33:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernandacorrea</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O DVD Inclassificáveis intensifica a experiência perceptiva do disco homônimo, o mais recent&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://www.sambastore.com/en/img/capa.php?img=2074862.jpg" alt="" width="300" height="270" /></p>
<p>O DVD Inclassificáveis intensifica a experiência perceptiva do disco homônimo, o mais recente de Ney Matogrosso. Isso porque, além de uma voz impecável, o cantor é “o” performer. Do alto de seus 66 anos, Ney aparece travestido em figurinos de Ocimar Versolato, que lhe escondem as rugas e os cabelos brancos, exibindo apenas o físico enxuto, e proclamando-se inclassificável: “sou um homem, sou um bicho, sou uma mulher”. Ele dança incansavelmente, insinua-se para o público e troca de roupa no palco, demonstrando vivacidade, apesar da idade. Enquanto isso, o repertório escolhido revela um artista maduro que fala da velhice (“envelhecer certamente com a mente sã, me renovando dia a dia, a cada manhã”), dá lições sobre a vida e alerta: “existem coisas na vida das quais até Deus duvida”. Para tanto, Ney mostra que tem um olhar arguto para escolher canções inéditas e para recriar as já consagradas, ao lado de uma banda competente, sob direção musical de Emílio Carrera.</p>
<p>&gt;&gt; Por Ana Laura Freitas</p>
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		<title>Nx Zero &#8211; 62 horas até aqui</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 18:32:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernandacorrea</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O DVD 62 Mil Horas Até Aqui é daqueles registros essenciais na coleção dos fãs que apostam na band&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.noize.com.br/wp-content/uploads/2008/08/nx.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2107" title="nx" src="http://www.noize.com.br/wp-content/uploads/2008/08/nx.jpg" alt="" width="299" height="299" /></a></p>
<p>O DVD 62 Mil Horas Até Aqui é daqueles registros essenciais na coleção dos fãs que apostam na banda de maior destaque nacional em 2007. Neste primeiro material, Di Ferrero (vocal), Gee Rocha e Fi Ricardo (guitarras), Caco Grandino (baixo) e Dani Weksler (bateria) reúnem performances em estúdio, cenas inéditas de bastidores e regravam o álbum ao vivo, com arranjos um pouco diferentes.<br />
O DVD ainda traz clipes da banda, como “Razões e Emoções” e o mais recente, “Pela última vez”, além da versão “emo” de “Apenas mais uma de amor” (Lulu Santos). Para quem gosta ou quer conhecer a trajetória da banda, o DVD é uma boa pedida.</p>
<p>&gt;&gt; Por Flávia Mu</p>
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		<title>Radiohead &#8211; The Bends</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 18:27:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Com o peso persecutório dos quatro acordes de “Creep” nas costas, o Radiohead lança seu segundo&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://img1.nnm.ru/imagez/gallery/e/0/a/9/3/e0a93077bc786a682db441658b59ad91_full.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>Com o peso persecutório dos quatro acordes de “Creep” nas costas, o Radiohead lança seu segundo disco em 1995. Criado com liberdade, ao contrário de Pablo Honey, The Bends começa a modelar a estética sonora da banda, que deixa um pouco de lado o post-grunge (apesar de “Just” ter algumas semelhanças com “Smells Like Teen Spirit”) para procurar um fundamento que aproveite melhor a maleabilidade dos músicos de Oxfordshire. As guitarras esquizo de Jonny Greenwood e o falsetto de Thom Yorke, que hoje são marcas registradas da banda, consolidam-se neste álbum. Baladas como “Fake Plastic Trees” e “High &amp; Dry”, junto com músicas mais pesadas, como “Just” e “My Iron Lung”, compõem um trabalho heterogêneo e conciso, que dá indícios de um movimento mais independente em relação ao britpop de Oasis e Blur.</p>
<p>&gt;&gt; Por Gabriel Resende</p>
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		<title>Radiohead &#8211; In Rainbows</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 18:24:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Até a sua avó deve ter ouvido falar do In Rainbows, como “o CD que foi liberado na internet pelo pre&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://remediorock.files.wordpress.com/2008/04/radiohead-in-rainbows.png" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>Até a sua avó deve ter ouvido falar do In Rainbows, como “o CD que foi liberado na internet pelo preço que o internauta quisesse pagar”. Mas o mais recente trabalho do Radiohead vai além da revolução no mercado da indústria fonográfica. Por ter trabalhado nele por mais de dois anos, a banda conseguiu produzir uma obra que abrange todos os aspectos da carreira: as baladas de piano de Hail To The Thief estão lá, mas mais polidas; as guitarras não sumiram, mas aparecem com arranjos mais minimalistas, convivendo pacificamente com rápidas batidas eletrônicas e o excelente trabalho de Phil Selway na bateria; em “Nude”, Thom Yorke mostra que o falsetto não morreu. A banda joga 20 anos de carreira e seis discos diferentes no liqüidificador e produz algo novo—e excelente.</p>
<p>&gt;&gt; Por Gabriel Resende</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Millencolin &#8211; Machine 15</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 18:22:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Essa máquina chega aos 15 anos e abre o novo disco dizendo ainda ter combustível criativo, e, ao m&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://punkrockblog.files.wordpress.com/2008/05/35404front2.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>Essa máquina chega aos 15 anos e abre o novo disco dizendo ainda ter combustível criativo, e, ao mesmo tempo, deixando um questionamento no ar. A afirmação torna-se dúvida quando é expressa em músicas de fórmula repetida, fugindo do casual apenas quando são introduzidas as cordas da orquestra sueca ou alguns teclados escondidos. “Brand new game” toca no assunto, falando do quanto sentem falta do passado e medo do futuro. A gravação, a arte e a qualidade do produto não deixam dúvida de que os mecânicos trabalham com perfeccionismo, mas somente os fãs saberão o momento de desligar os motores.</p>
<p>&gt;&gt; Por Bruno Felin</p>
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		<title>Duffy &#8211; Rockferry</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 18:21:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernandacorrea</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://lithe.files.wordpress.com/2008/04/duffy_rockferry3.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>A onda de cantoras que tentam uma releitura das divas da black music não traz apenas vergonha alheia: Rockferry, da galesa Duffy, é uma boa surpresa dentre os outros representantes do revival. A voz tem personalidade capaz de superar a (por vezes insuportável) pieguice de algumas faixas, como “Distant Dreamer” e “Hanging on Too Low”, e de dar vida às boas letras de “Stepping Stone” e de “Rockferry”. O timbre lembra Dusty Springfield, intérprete de “Son of a Preacher Man”, trilha de Pulp Fiction. Duffy é versátil na bipolaridade de seu álbum: faz bem tanto nos momentos tristes quanto nos dançantes.</p>
<p>&gt;&gt; Por Fernanda Grabauska</p>
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		<title>We Are Scientists &#8211; Brain Thrust Mastery</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 18:19:53 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://991.com/newGallery/We-Are-Scientists-Brain-Thrust-Mast-429242.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>Numa comparação com With Love and Squalor (2006), Brain Thrust Mistery é mais “anos 80” e menos Bloc Party—o que pode parecer controverso, eu sei, mas serve como elogio à banda. Se o álbum anterior era feito de bons e de maus momentos, em que predomina um sentimento marcante de “meio-termo”, agora o We Are Scientists consegue um resultado mais inventivo. Nada que vá levar a banda a um nível superior e notável, porém, indubitavelmente, garantirá mais do que 8 minutos da atenção do ouvinte médio. “Tonight” e “Dinosaurs” são dois dos momentos mais surpreendentes do álbum: a primeira, uma canção pop ideal para o fim de noite; a segunda, um punk rock que, absurdamente, mistura Replacements e Hot Water Music.</p>
<p>&gt;&gt; Por Gustavo Corrêa</p>
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		<title>Weezer &#8211; Weezer (Red Album)</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 18:12:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernandacorrea</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Weezer está para as cores como o Led Zeppelin está para os números. Apesar da descarada falta de&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://oglobo.globo.com/blogs/arquivos_upload/2008/06/90_237-weezer-red-album-cover.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>O Weezer está para as cores como o Led Zeppelin está para os números. Apesar da descarada falta de criatividade, os álbuns self-titled são sempre bons—do début azul ao power pop do verde. Esse Red Album não foge à regra. Depois do fiasco de Make Believe (2005), a banda voltou a acertar o tom; as 8 músicas (de 10) que vazaram na internet não negam. Do início com “Troublemaker”, marcada e grudenta, passando pelos agudos e coros de “The Greatest Man That Ever Lived”, pela doçura e simplicidade que crescem em “Heart Songs”, pela pegada funk, a la Chilli Peppers que explode em “Everybody Get Dangerous” e pelas guitarras sujas e melancólicas de “Dreamin’”, o disco está acima da média (e das expectativas). Até as canções dispensáveis, “Thought I Knew”, “Cold Dark World” e o inexpressivo single “Pork and Beans” são passíveis de perdão. Nota 5, com louvor.</p>
<p>&gt;&gt; Por Fernanda Botta</p>
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		<title>Alanis Morissette &#8211; Flavors Of Entanglement</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 18:12:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Se alguns artistas melhoram com o tempo, Alanis parece ter perdido, com a juventude, a paixão. E&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://ecx.images-amazon.com/images/I/51p1nCaibBL._SL500_.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>Se alguns artistas melhoram com o tempo, Alanis parece ter perdido, com a juventude, a paixão. Em Flavors of Entanglement existe um potencial de sentimento que soa oco. As letras e a voz até são intensas, mas não convencem, e a canadense nem se esforça para tanto: apela para recursos eletrônicos que só não descem pior do que sua versão de “My Humps”, do Black Eyed Peas, disponível no YouTube. Melhor do que comprar o CD é acessar esse mesmo site e conferir qualquer música ao vivo gravada em 1996, ou desempoeirar o Acústico MTV. A Alanis de quem eu sinto falta (provavelmente abduzida em algum lugar da Índia) é junkie, magrela, cabeluda e tem uma mãozinha maníaca que balança enquanto ela berra. ETs, devolvam nossa Alanis Morissette.</p>
<p>&gt;&gt; Por Maria Joana Avellar</p>
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		<title>Fruet e Os Cozinheiros &#8211; O Som do FIm ou Tanto Faz</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 18:12:01 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://dromma.org/artist/media/6/cubo.jpg" alt="" width="300" height="310" /></p>
<p>Ousadia e muito talento caracterizam o som de Marcelo Fruet e de seus cozinheiros. O Som do Fim ou Tanto Faz traz 6 faixas e um encarte que forma um dado em que o destino mostra a próxima faixa a ser saboreada. Em uma mistura muito bem dosada, fervem no caldeirão a pegada roqueira com apelo de mpb, uma pitada de groove, algumas xícaras de pop, canções sentimentais e um leve sabor dissonante. O talento dos músicos só se compara à imprevisibilidade das músicas que, bem definidas por um jornalista texano, vão “da alegria contagiante ao vazio da solidão, sem avisar”.</p>
<p>&gt;&gt; Por Fernanda Faria Correa</p>
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		<title>Gilberto Gil &#8211; Banda Larga Cordel</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 18:12:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Sem lançar um álbum de inéditas desde 1997, Banda Larga Cordel marca a reconciliação de Gil com a&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://g1.globo.com/Noticias/Musica/foto/0,,14698101,00.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>Sem lançar um álbum de inéditas desde 1997, Banda Larga Cordel marca a reconciliação de Gil com a “musa”, como ele mesmo afirma. As 16 músicas do CD já estão disponíveis na internet e terão seu lançamento físico no dia 17 de junho. Banda Larga Cordel traz as letras viajantes de Gilberto Gil que todos conhecem, e a maior parte das composições é inédita em disco. Um dos temas recorrente nas letras, como adianta o próprio nome do disco, são as novas tecnologias. Numa mistura de “tudo um pouco”, o álbum vai desde forró, em “Despedida de Solteira”, reggae em “Os Pais”, à programação eletrônica presente em Banda Larga Cordel. Sem carregar o ineditismo tropicalista, Gil lança um disco apenas atual e não inova em quase nada.</p>
<p>&gt;&gt; Por Natália Utz</p>
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		<title>doyoulike? &#8211; Uncano</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 18:12:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Uncano deve satisfazer os órfãos de rock emotivo. Emos magrelos; emos gordinhas; emos bonitin&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://www.gustavovara.com/blog/wp-content/uploads/2008/05/doyoulikealbum.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>Uncano deve satisfazer os órfãos de rock emotivo. Emos magrelos; emos gordinhas; emos bonitinhas; emos de 12 e de 17 anos. Tal como o público a que melhor se dirige, o disco da doyoulike? traz músicas diversas, umas belas e maduras, outras fraquinhas. No entanto, de longe, pode parecer tudo um tanto repetitivo. Em boa parte do CD, o vocal soa como a Fresno quando o quarteto ainda tocava um pop punk beirando o emocore em shows nos furdunços porto-alegrenses onde eu e, certamente, os meninos da doyoulike? estávamos presentes. Aprenderam bem a lição.</p>
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		<title>Paul McCartney &#8211; McCartney Years</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 18:10:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernandacorrea</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A maioria dos DVDs de música do mercado se divide em três categorias: shows, coletâneas de clipe&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://www.lovefilm.com/lovefilm/images/products/6/91706-large.jpg" alt="" width="300" height="429" /></p>
<p>A maioria dos DVDs de música do mercado se divide em três categorias: shows, coletâneas de clipes ou documentários. The McCartney Years tem, espalhada pelos três discos, uma condensação dessa diversidade. Tudo isso embalado numa impecável caixinha, que por si só já valeria metade do justo preço de R$ 110.  O resultado, no entanto, vai além de um DVD de música. The McCartney Years é um retrato íntimo da vida de um dos maiores músicos ainda vivos, uma narrativa minuciosa de uma experiência que ajudou a mudar para sempre a história da música.<br />
Mas o DVD não é sobre o MacCa “ex-baixista dos Beatles”, ainda que este aspecto de sua carreira esteja presente no material. Os dois primeiros discos são uma imensa coletânea de clipes, abarcando praticamente toda carreira solo de Paul, desde a época em que tocava com os Wings até Chaos and Creation in the Backyard. O espectador pode vê-los em ordem cronológica, em playlists elaboradas por Paul ou numa versão com comentários do homem—altamente recomendável. Falando sobre os vídeos, MacCa deixa transparecer aspectos de sua vida familiar, seu humor característico e até mesmo pitacos sobre seu curioso processo criativo. Aqueles que pensam que Paul é um compositor refinadíssimo e intelectualizado vão se surpreender ao ouvi-lo falar sobre “Mull of Kintyre”, uma divertida valsinha escocesa, ou sobre os duetos com Michael Jackson e Stevie Wonder. Destaque ainda para os extras: minidocumentários e entrevistas. Num deles, McCartney conta inclusive como compôs “Blackbird”.<br />
O material do último DVD é uma coletânea de shows, incluindo a lendária apresentação de Glastonbury em 2004. Para ver um Paul à vontade, de volta às raízes skiffle, confira as quatro músicas da performance unplugged de 1991, registrada no CD Paul McCartney Unplugged – The Official Bootleg. Depois de ter varado as mais de seis horas de material, ao assistir à performance de “Hey Jude”, em Glastonbury, o espectador terá a certeza de que as mãos enrugadas do Sir canhoto ainda vão reger multidões por muitos anos.</p>
<p>&gt;&gt; Por Gabriel Resende</p>
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		<title>AC/DC &#8211; Back in Black</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 18:06:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernandacorrea</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Talvez os mais nostálgicos e saudosistas fãs da banda australiana AC/DC não aceitem, mas, sem d&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://mortesubita.org/sinfonias/artigos/BackInBlack.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>Talvez os mais nostálgicos e saudosistas fãs da banda australiana AC/DC não aceitem, mas, sem dúvida, Back in Black, lançado em 1980, é o melhor álbum da história do grupo. O lançamento ocorreu no mesmo ano da morte do vocalista original. Após sua morte, a banda pensou seriamente em se separar. Porém, ao lembrar-se de Brian Johnson, que cantava no Geordie, vislumbrou um substituto à altura. O clássico álbum de capa preta, homenagem ao grande cantor que se foi precocemente da banda, vendeu até hoje, mais de 42 milhões de cópias, o que o consagrou como o segundo disco mais vendido da história da música, ficando atrás apenas de Thriller, do Michael Jackson. São desse disco três sucessos absolutos e que são tocados em todos os shows da banda: “Back in Black”, “Hells Bells” e “You Shook Me All Night Long”. Ainda não escutou o disco inteiro, faça um favor ao seu bom gosto musical!</p>
<p>&gt;&gt; Por Ricardo Finocchiaro</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Tihuana &#8211; Tropa de Elite Ao Vivo (DVD)</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 18:05:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Corrêa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Tihuana estourou no rastro do Charlie Brown Jr.. Desde 1999, quando enfileirou os hits “Eu vi d&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://sp4.fotologs.net/photo/36/24/96/reematricardi/1211300285_f.jpg" alt="" width="300" height="425" /></p>
<p>O Tihuana estourou no rastro do Charlie Brown Jr.. Desde 1999, quando enfileirou os hits “Eu vi duendes”, “Pula!” e “Que ves?”, a banda poucas vezes deixou essa sombra. No entanto, tal qual seus similares, soube fazer boas misturas pop de rock e reggae com o rapcore de RATM—e essa mistura é captada da melhor forma possível em Tropa de Elite Ao Vivo, produzido após o badalado longa de mesmo nome dar um boom à música da banda. O show inclusive tem a participação um tanto cômica de André Ramiro, o policial aprendiz do filme, dizendo que “não é policial para levar ninguém em cana, por isso curte a “rapeize” do Tihuana”. Parece haver bastante gente que curte.</p>
<p>&gt;&gt; Por Fernando Corrêa</p>
]]></content:encoded>
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		<title>AC/DC &#8211; Ballbreaker</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 18:03:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernandacorrea</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Este álbum marca a volta por cima das boas composições da banda, após um período “fraco”, que mar&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://4.music.bigpond-images.com/images/AlbumCoverArt/147/XXL/Ballbreaker.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>Este álbum marca a volta por cima das boas composições da banda, após um período “fraco”, que marca os álbuns pós For Those About to Rock até o Razors Edge. Também é a volta do baterista Phil Rudd, que, desde 1989, havia sido substituído por Chris Slade – que aparece no vídeo Live at Donington’92 – e que não saiu do grupo desde seu retorno. O som que precedeu esse álbum se chama “Big Gun”, que entrou na trilha sonora do filme O Último Grande Herói de 93 e que já mostrou a banda mais inspirada. Ballbreaker tem músicas fantásticas, como “Hard as a Rock”, “The Furor” e a própria “Ballbreaker”. Esse álbum também marca o último show do grupo em terras brasileiras, realizado na turnê de 1996. Turnê que, além dos tradicionais canhões e do sino gigante, trouxe a enorme ‘Ballbreaker’.</p>
<p>&gt;&gt; Por Ricardo Finocchiaro</p>
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		<title>AC/DC &#8211; Highway to Hell</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 18:03:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernandacorrea</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://spinnacle.files.wordpress.com/2007/09/ac-dc-highway-to-hell-front.jpg" alt="" width="300" height="294" /></p>
<p>Bacana no AC/DC também é o bom humor. Claramente uma paródia à “Stairway to Heaven”, do Led Zeppelin, Highway to Hell é o álbum definitivo da formação clássica da banda, com Bon Scott nos vocais, Angus e Malcom Young nas guitarras, Phil Rudd na bateria e Cliff Williams no baixo. Lançado em 1979, já em sua primeira faixa, escutamos um dos maiores riffs da história do rock and roll, com ‘Highway to Hell’. Nesse disco, a banda já se mostra extremamente madura e segura, tornando-se um mito e não mais uma simples boa banda. Este álbum originou as acusações, por parte da igreja, claro, de que a banda era satanista, em virtude de seu nome e da capa do álbum. Para piorar a situação, um serial killer auto-intitulava-se “Night Prowler”, nome da última faixa do disco.  “If You Want Blood (You’ve Got It)” é outro destaque do disco.</p>
<p>&gt;&gt; Por Ricardo Finocchiaro</p>
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		<title>The Zutons &#8211; You Can Do Anything</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 17:55:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernandacorrea</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.thezutons.com/_graphics/releases/3_release.jpg" alt="" width="300" height="293" /></p>
<p>Em meio ao pastiche que se tornou a cena indie, o Zutons conseguiu soprar ares novos. Com os seus dois primeiros álbuns, construiu um som peculiar e criativo, mesmo com os dois pés fincados no passado. Em You Can Do Anything, infelizmente, algo se perde; soa mais do mesmo, mas pior. As ressalvas ficam com a gritaria de “Harder and Harder”, a levada soul de “Family of Leeches” e as faixas “Dirty Rat” e “Freak”. O resto, muitas vezes, começa bem, mas entedia com o passar do tempo. De qualquer forma, ainda está acima da média. Um disco para ouvir sem medo de ficar com gosto de Franz Ferdinand e Kaiser Chiefs na boca. </p>
<p>>> Por Fernanda Botta</p>
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		<title>Tom Zé &#8211; Danç-êh-sá Ao Vivo</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 17:55:11 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://img248.imageshack.us/img248/8500/tomzenf2.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>Não é de hoje que, para Tom Zé, experimentação pouca é bobagem. Pois o que se ouve em Danç-Êh-Sá: dança dos herdeiros do sacrifico não é diferente. As músicas não têm letras; apenas onomatopéias, vocalizes, ruídos e frases em tom de protesto. Para se ter uma noção, aí vão alguns nomes: “Acum-Mahá”, “Atchim”, “Triu-Triii” e “Uai-Uai”. As melodias parecem ter brotado de uma dinâmica de grupo onde cada um dos sete músicos explora seus instrumentos e acaba por fazer arranjos bastante ricos. O áudio é a gravação de um show feito nos estúdios Trama, em 2007. Se não bastasse, o disco pode ser baixado de graça. </p>
<p>>> Por Natália Utz</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Judas Priest &#8211; Nostradamus</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 17:55:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernandacorrea</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://judaspriest.com/photo/Nostradamus/AlbumCover/NostradamusAlbumCover800.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>Nostradamus, só por ser um álbum conceitual já chama atenção. Até então, o Judas Priest nunca havia feito isso, em mais de 30 anos de banda. Cheio de orquestrações, coros, boas letras (todas remetidas, obviamente, ao profeta) em um clima cadenciado e soturno, são 23 faixas de um álbum duplo. Com muitas delas introdutórias, cerca de 14 são músicas propriamente ditas. Destaque para “Pestilence and Plague”, “Conquest”, “Alone” (de arrepiar mesmo), “Visions” e a música que dá nome ao álbum, “Nostradamus”—esta, por sinal, a primeira música realmente Judas Priest do álbum. Boa pedida para quem quer algo novo do velho. </p>
<p>>> Por Ricardo Finocchiaro</p>
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		<title>Jakob Dylan &#8211; Seeing Things</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 17:53:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mooglez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Bring Ya to the Brink, que significa “trazer você para o canto”, é justamente o que Cyndi Lauper q&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://www.musicdirect.com/shared/images/products/large/ldd328.jpg" alt="" width="300" height="270" /><br />
Bring Ya to the Brink, que significa “trazer você para o canto”, é justamente o que Cyndi Lauper quer fazer com seu álbum recém lançado. Um CD com 12 faixas completamente dançantes: fora, no máximo, uma ou duas músicas lentas, o disco é totalmente on the dancefloor. As influências mais presentes no trabalho são o disco e o electro, mas é possível sentir, inclusive, uma leve pitada de funk carioca em “Rockin Chair”. Lauper deixa clara sua escolha pelo som electro nas faixas “High &amp; Mighty”, “Into The Night Life” e “Grab a Hold”. Produzido por Basement Jaxx, Dragonette e outros, Bring Ya to the Brink promete não decepcionar os amantes da eterna musa dos anos 80. Aliás, ela vem tocar aí esse ano (leia mais na seção de news)! </p>
<p>>> Por Rafael Santos</p>
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		<title>Offspring &#8211; Rise and Fall Rage and Grace</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 17:53:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Rise and Fall, Rage and Grace é, no mínimo, diferente. Mesmo que o Offspring caracterize-se há t&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://www.rockjamradio.sk/page/downloads/u505/offspring_obal.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>Rise and Fall, Rage and Grace é, no mínimo, diferente. Mesmo que o Offspring caracterize-se há tempos por misturar hardcore e pop punk, agora há outros estilos. De cara, duas velozes e pegadas (“Half-Truism” e “Trust in you”), ao estilo Smash. Então surge a excelente “You’re gonna go far, kid”, com uma abertura ao estilo Fall Out Boy, e bridge e refrão à la Offspring. Quando eu começava a pensar que Rise&#8230; é um ótimo álbum, brotam os pop punk água com açúcar e a comercial e fraquinha “Kristy, are you doing ok?” (Tão meio velhinhos para serem influenciados por Good Charlotte, não?), e, para que eu não fixasse uma opinião, “A lot like me” é uma ótima balada metálica. Sim, é uma coletânea de altos e baixos.</p>
<p>&gt;&gt; Por Gustavo Corrêa</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Coldplay &#8211; Viva la Vida or Death and All His Friends</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 17:52:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernandacorrea</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eles tentaram mesmo ser felizes: o quarto álbum do Coldplay, Viva la Vida, traz a lírica melancó&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://www.coldplay.com/graphics/dl_artwork.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>Eles tentaram mesmo ser felizes: o quarto álbum do Coldplay, Viva la Vida, traz a lírica melancólica tradicional do quarteto com melodias mais alegres por trás. Na tentativa de trazer para a música as cores da pintora mexicana Frida Kahlo, pode-se perceber que não, eles não servem para pessoas alegres. Fazem melhor com as faixas tristes, como “42” – a melhor letra do disco – e a versão acústica de “Lost!”, presente apenas na edição especial do CD. O single, “Violet Hill” volta um pouco às letras mais politizadas de A Rush of Blood to the Head, e mesmo as canções mais animadas, como “Strawberry Swing”, não decepcionam. O conjunto das faixas demonstra que o Coldplay feliz não é de todo mal. Mas os fãs ainda preferem a depressão dos trabalhos anteriores.</p>
<p>&gt;&gt; Por Fernanda Grabauska</p>
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		<title>Mundo Livre S/A &#8211; Combat Samba</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 17:48:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Corrêa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O subtítulo E se a gente seqüestrasse o trem das 11? diz tudo: o samba é a (anti) lei nesta coletâne&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://www.popup.mus.br/wp-content/uploads/2008/05/combat.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>O subtítulo E se a gente seqüestrasse o trem das 11? diz tudo: o samba é a (anti) lei nesta coletânea. Subvertendo o ritmo brazuca ao longo de suas 14 faixas (incluindo a boa inédita “Estela”), Fred Zeroquatro e cia mostram porque o Mundo Livre S/A detém o mérito pela manutenção do manguebit no século XXI. O motivo não é menos poético do que a capacidade de fertilizar o rock com o enxofre dos mangues pernambucanos – e com muito sucesso. Em Combat Samba, produzido pelo mítico Carlos Eduardo Miranda, somam-se aos sucessos comerciais canções menos conhecidas. Em comum, o resgate da psicodelia setentista de Jorge Ben, a rebeldia do Clash e a versatilidade eletrônica moldados como a lama do Recife.</p>
<p>&gt;&gt; Por Fernando Corrêa</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Scelerata &#8211; Skeletons Domination</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Aug 2008 20:43:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernandacorrea</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em seu segundo álbum de estúdio, a banda demonstra amadurecimento em suas composições. Com a en&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://cdbaby.name/s/c/scelerata2.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>Em seu segundo álbum de estúdio, a banda demonstra amadurecimento em suas composições. Com a entrada de Renato Osório, Magnus Wichman encontrou uma boa parceria nas guitarras. A cozinha com Francis Cassol e com Gustavo Strapazon dita o ritmo acelerado do som e Carl Casagrande destaque sua voz nas passagens lentas. Letras bem construídas, boas composições, porém, sofrem do mal de 90% das bandas brasileiras de metal: a ausência de um bom refrão nas músicas. Ouça sem medo os sons ‘Forever and Ever’, com um ótimo acordeão, e ‘Bad Dreams’.</p>
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		<title>Beastie Boys &#8211; Paul&#8217;s Boutique</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Aug 2008 20:39:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>arturo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mais maduro e com a produção dos Dust Brothers o segundo álbum do Beastie Boys chegava carregado&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://www.avclub.com/content/files/images/beastie-boys-pauls.jpg" alt="" width="300" height="292" /></p>
<p>Mais maduro e com a produção dos Dust Brothers o segundo álbum do Beastie Boys chegava carregado de samplers, beats, loops e cia. Levando nas costas o peso de gravar um bom segundo disco após o sucesso de Licensed to Ill, o trio aliado aos Dust Brothers alcançou o objetivo em Paul’s Boutique—sendo este até considerado como uma espécie de Pet Sounds do rap. Com uma sonoridade menos “pesada” do que o primeiro, este álbum poderia até se encaixar como um “rap progressivo”, tamanha a quantidade de experimentações nele envolvidas. Este álbum talvez ficasse marcado também no futuro da banda que, a partir dali, a cada disco lançado, misturava mais e mais. Destaque para os sons “Shake Your Rump”, “Hey Ladies” e “Looking Down the Barrel of a Gun”.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Radiohead &#8211; Best Of (DVD)</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Aug 2008 20:36:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Corrêa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Coletâneas não são dos artigos mais valorizados pelos fãs de música. Quando se trata de clipes,&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://www.emi.fi/kuvat/julkaisut/u_radiohead_dvd.jpg" alt="" width="300" height="420" /></p>
<p>Coletâneas não são dos artigos mais valorizados pelos fãs de música. Quando se trata de clipes, então, é ainda mais difícil engoli-las, principalmente em tempos de YouTube. No entanto, o Best of de vídeos do Radiohead supera tais negativas por três aspectos importantes. O primeiro é a qualidade de som e de imagem, que não é equiparado por streaming algum, e que faz parecer que o vídeoclipe de “Creep” foi gravado com a alta tecnologia atual. Depois, pela comodidade de ter-se acesso às obras primas que costumam ser os clipes da banda (vide “No Surprises”) em qualquer lugar. Mas, principalmente &#8211; e nisto está o poder de interesse junto aos fãs -, pelas versões raras e menos conhecidas dos vídeos de Thom Yorke e cia. Destaque para “High and Dry”, que aparece nas edições dos EUA e do Reino Unido, e para “2 + 2 = 5”, registrada na apresentação do grupo no Belfort Festival. Ao todo, são 21 momentos em que a maior banda de rock da atualidade encontra a MTV e mostra que clipes valem tanto quanto música.</p>
<p>&gt;&gt; Por Fernando Corrêa</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Gogol Bordello &#8211; Super Taranta!</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Aug 2008 20:31:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Corrêa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Candidata a passar pelo Tim Festival de 2008, a banda nova-iorquina Gogol Bordello é conhecida&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://takingtigermountain.com/img/Gogol_Bordello_Super_Taranta.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>Candidata a passar pelo Tim Festival de 2008, a banda nova-iorquina Gogol Bordello é conhecida por shows ensandecidos do que chama de punk cigano.  Algo como o Clash que vai a um circo regado a vinho. Super Taranta!  sucede o elogiado Gipsy Punks: Underdog World Strike (2005), que voltou os olhos da crítica para a banda. Acordeãos misturam-se a distorções, violinos harmonizam-se com momentos ska: a linguagem da banda, sozinha, já lhe garante o status de original. Se não supera o antecessor, a energia de hinos como a faixa-título e a poesia de “Ultimate” fazem de Super Taranta!  um complemento à altura.</p>
<p>&gt;&gt; Por Fernando Corrêa</p>
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		<title>Beck &#8211; Modern Guilt</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Aug 2008 20:31:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernandacorrea</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Faz algum tempo que Beck se afastou do hip hop lo-fi familiar para os fãs, especialmente por Odle&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://farm4.static.flickr.com/3015/2589335341_8174995f58.jpg" alt="" width="300" height="298" /></p>
<p style="text-align: center;">
<p>Faz algum tempo que Beck se afastou do hip hop lo-fi familiar para os fãs, especialmente por Odleay, que para alguns continua sendo o seu melhor trabalho. A partir do Midnite Vultures, de 1999, o cantor entrou num clima influenciado por groove e pelos bons ritmos das pistas de dança, além de apresentar alguma intimidade com o folk e com músicas orquestradas. Agora, ele volta a trabalhar a versatilidade da sua voz com a energia que faltava. Modern Guilt surpreende pelo senso de unidade. Foi produzindo pelo DJ Danger Mouse, que também produziu trabalhos do Gorillaz e do Jay-Z. Destaque para a delicadeza dos vocais de Cat Power, convidada para participar na faixa “Orphans” e para a vibração sessentista da faixa-título.</p>
<p>&gt;&gt; Por Gabriela Lorenzon</p>
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		<title>Primal Scream &#8211; Beautiful Future</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Aug 2008 20:30:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernandacorrea</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois da incursão retrô de Riot City Blues, o Primal Scream volta a fazer o que sabe (e muito bem)&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.inthenews.co.uk/photo/photo-x-$7015648$180.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>Depois da incursão retrô de Riot City Blues, o Primal Scream volta a fazer o que sabe (e muito bem). Beautiful Future é um disco pop energético, que, como bem ilustra o título, pouco trata do passado. Classificado pelo líder Bobby Gillespie como “balas envoltas em açúcar”, é, na verdade, isso mesmo: as letras afiadas tratam de temas diversos e, muitas vezes, pesados, enquanto o electro-rock convida a dançar. As únicas faixas mais lentas são “Beautiful Summer” e “Over &amp; Over”. Em geral, as músicas são de pista, mesmo quando pesam nas guitarras – como na roqueira “Urban Guerrilla”. “I Love to Hurt (You Love to be Hurt)” ainda traz a participação mais adequada impossível de Lovefoxxx. Mais um bom trabalho de uma banda que, reinventando-se ao longo de duas décadas, nunca se perde.</p>
<p>&gt;&gt; Por Fernanda Botta</p>
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		<title>Albert Hammond Jr. &#8211; Como te Llama?</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Aug 2008 20:30:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anonimo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[¿Cómo te Llama?,  segundo álbum do Stroke Albert Hammond Jr, decepciona. Não por ser material d&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.yeahjf.com/wp-content/uploads/2008/05/comotellama.jpg" alt="" width="300" height="298" /></p>
<p>¿Cómo te Llama?,  segundo álbum do Stroke Albert Hammond Jr, decepciona. Não por ser material de má qualidade, mas por dar uma guinada (para baixo) muito grande, se comparado ao primeiro disco, Yours to Keep. Enquanto este oferecia uma sonoridade mais suave, com instrumental sofisticado, o novo álbum é mais do mesmo: é, praticamente, um CD dos Strokes, só que com vocais mais suaves. Mesmo assim, não deixam de haver passagens surpreendentes: “Spooky Couch”, faixa instrumental com Sean Lennon no piano, é ótima, e “Feed me Jack or How I Learned to Stop Worriynd and Love Peter Sellers” (assista a “Dr. Fantástico” para entender o título alternativo) lembra “Cartoon Music for Superheroes”, do primeiro CD. Escute sem muita expectativa.</p>
<p>&gt;&gt; Por Fernanda Grabauska</p>
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		<title>The Rascals &#8211; Rascalize</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 19:19:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Botta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os Rascals são uma banda mediana. Logo, lançaram um disco de estréia mediano. Rascalize não fog&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://nme.tsdshop.com/upload/product/large/990_30.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>Os Rascals são uma banda mediana. Logo, lançaram um disco de estréia mediano. Rascalize não foge ao estilo dos padrinhos Arctic Monkeys &#8211; apenas soa um pouco mais sinistro. O álbum começa bem com a faixa-título, que remete a Magical Mistery Tour, clássico dos Beatles (“All on board for the adventure”, canta o vocalista Miles Kane). Pontos marcantes são as faixas “Bond Girl” e “I’ll Give You Simpathy”. De maneira geral, é um álbum sólido e bem construído. No entanto, falta algo. À exceção dessas canções, a maioria passa batido. Apesar dos bons riffs, que têm lá o seu mérito, os Rascals parecem não conseguir produzir nenhuma música que vá ficar na cabeça por tempo maior que o de sua execução. Se não fugirem desse padrão, correm o risco de cair logo no esquecimento.</p>
<p>&gt;&gt;Por Fernanda Botta</p>
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		<title>Nx Zero &#8211; Agora</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 19:13:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernandacorrea</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://images.americanas.com.br/produtos/item/2537/8/2537801gg.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>O CD anterior, ao mesmo tempo em que apresentou versões um pouco açucaradas demais dos antigos sucessos independentes, consagrou o Nx em nível nacional. Em Agora, eles encaram o desafio de fazer um álbum totalmente inédito—exceto pela fraca versão de “Apenas mais uma de amor”, do Lulu Santos. O resultado mostra que a banda não perdeu a personalidade, mas encontrou dificuldades em inovar, algo evidente na queda da qualidade das letras. As participações de Túlio Dek são desnecessárias, mas interessantes. Alguma delas com certeza está entre as que tocarão no rádio incansavelmente.</p>
<p>&gt;&gt;Por Maria Joana Avellar</p>
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		<title>CSS &#8211; Donkey</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 19:00:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anonimo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É difícil falar mal de Donkey, mesmo para quem já começou a ouvir meio de birra. Não é possível lam&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://i197.photobucket.com/albums/aa249/betahands/blog%20stuff/50545css_donkey.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>É difícil falar mal de Donkey, mesmo para quem já começou a ouvir meio de birra. Não é possível lamentar a falta de tosqueirices porque o CD está redondinho de tão bem produzido. A grande quantidade de hits em potencial mostra que a maior criatividade da banda está em, dentro de um cenário cheio de semi-plágios e remixes, encontrar novas melodias. Não existem chances para sentir saudades da voz esganiçada da Lovefoxxx, já que a versão superafinada e doce mostra tanto amadurecimento quanto cativa. Tudo indica que esse trabalho, além de agradar (ao menos o suficiente) os fãs antigos, vai dar para o “Ciécess” uma legião de novos admiradores (que, infelizmente, vão achar que se trata de uma banda inglesa).</p>
<p>&gt;&gt;Por Maria Joana Avellar</p>
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		<title>3 Doors Down &#8211; 3 Doors Down</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Aug 2008 18:36:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma olhada no encarte de 3 Doors Down e, inevitavelmente, comecei a criar más expectativas. Ini&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.toxicshock.tv/news/wp-content/uploads/3_doors_down_album_cover1.jpg" alt="" width="300" height="294" /></p>
<p>Uma olhada no encarte de 3 Doors Down e, inevitavelmente, comecei a criar más expectativas. Inicia a primeira música, “Train”, e confirmo o que já mais ou menos esperava: mais uma banda do saturado pop metal norte-americano. O que resta é ouvir e aguardar um daqueles “hits de laboratório” que esses grupos possuem o dom de produzir. E ele vem rápido. “Citizen/soldier” é a música-tema do exército dos Estados Unidos ou algo parecido. Em seguida, a romântica “Let me be myself” dá o golpe de miserabilíssimaricórdia. Ouço o resto apenas para constar. Fraco.</p>
<p>&gt;&gt; Por Gustavo Corrêa</p>
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