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	<title>Revista NOIZE - A revista de música gratuita do Brasil &#187; Fernanda Botta</title>
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		<title>The Rascals &#8211; Rascalize</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 19:19:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Botta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os Rascals são uma banda mediana. Logo, lançaram um disco de estréia mediano. Rascalize não foge ao estilo dos padrinhos Arctic Monkeys &#8211; apenas soa um pouco mais sinistro. O álbum começa bem com a faixa-título, que remete a Magical Mistery Tour, clássico dos Beatles (“All on board for the adventure”, canta o vocalista Miles [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://nme.tsdshop.com/upload/product/large/990_30.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>Os Rascals são uma banda mediana. Logo, lançaram um disco de estréia mediano. Rascalize não foge ao estilo dos padrinhos Arctic Monkeys &#8211; apenas soa um pouco mais sinistro. O álbum começa bem com a faixa-título, que remete a Magical Mistery Tour, clássico dos Beatles (“All on board for the adventure”, canta o vocalista Miles Kane). Pontos marcantes são as faixas “Bond Girl” e “I’ll Give You Simpathy”. De maneira geral, é um álbum sólido e bem construído. No entanto, falta algo. À exceção dessas canções, a maioria passa batido. Apesar dos bons riffs, que têm lá o seu mérito, os Rascals parecem não conseguir produzir nenhuma música que vá ficar na cabeça por tempo maior que o de sua execução. Se não fugirem desse padrão, correm o risco de cair logo no esquecimento.</p>
<p>&gt;&gt;Por Fernanda Botta</p>
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		<title>Prince proíbe vídeo com cover de Radiohead</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jun 2008 19:41:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Botta</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://www.brooklynvegan.com/img/music/prince/coachella/7.jpg" alt="" width="299" height="198" /></p>
<p style="text-align: center;">
<p>Depois de trocar de nome e brigar com os próprios fãs, a última do Prince foi proibir a veiculação na internet de sua performance no festival Coachella de Creep, do Radiohead. Quando o vídeo (feito por fãs) caiu no YouTube, o cantor alegou infração de direitos autorais e mandou retirar rapidamente todas as cópias do site. Nem mesmo Ed O&#8217;Brien, guitarrista da banda, pôde assistir. Resultado: Thom Yorke riu muito quando ficou sabendo da situação e mandou liberar. “Sério, ele bloqueou?&#8221;, perguntou o vocalista. &#8220;Nós deveríamos bloquear. Espere aí”. Yorke, que em entrevistas classificou a versão como “hilária”, completou: “Bem, diga para ele desbloquear. É nossa&#8230; canção.”</p>
<p>Assista ao vídeo <a href="http://www.youtube.com/watch?v=xs4K2FlY1Xw">aqui</a>.</p>
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		<title>Head Off (The Hellacopters)</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jun 2008 19:02:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Botta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[head off]]></category>
		<category><![CDATA[hellacopters]]></category>
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		<description><![CDATA[Se o Hellacopters pode lançar uma coletânea (Air Raid Serenades, 2006) antes do fim da carreira, por que não encerrá-la com um disco de covers? A banda sueca, conhecida por seu rock direto, até mesmo cru – e por isso honesto – anunciou que o fim estava próximo ainda em outubro do ano passado. No [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="center;"><img class="aligncenter" style="middle;" src="http://ecx.images-amazon.com/images/I/41BfbHSMexL._SL500_AA240_.jpg" alt="" width="233" height="233" /></p>
<p style="center;">
<p>Se o Hellacopters pode lançar uma coletânea (<em>Air Raid Serenades</em>, 2006) antes do fim da carreira, por que não encerrá-la com um disco de covers?</p>
<p>A banda sueca, conhecida por seu rock direto, até mesmo cru – e por isso honesto – anunciou que o fim estava próximo ainda em outubro do ano passado. No entanto, Nicke Andersson e companhia também declararam, na nota publicada no site oficial, que os fãs não iriam se ver livres deles tão cedo.</p>
<p><em>Head Off</em> (Phantom Sound &amp; Vision, 2008) é a despedida, e acerta dentro de sua proposta. Com apenas uma faixa própria, o single <em>The Same Lame Story</em>, como anunciado também no site oficial, neste último disco a banda aposta na divulgação de “músicas boas demais para que não sejam ouvidas”. <em>The Same Lame Story</em> tem riff e refrões repetitivos, no melhor sentido. Os covers são, na sua totalidade, de bandas alternativas das duas últimas décadas, com sonoridade similar a do Hellacopters. Algumas delas: Demons, The Robots, Asteroid B-612.</p>
<p>Não está familiarizado? Eu também não. Mas isso não importa muito. Se o lançamento de <em>Head Off</em> é incomum, o disco em si não o é. São quase 36 minutos de rock simples e bem feito, como se espera da banda. Se não chega a ter o brilho de outros álbuns, como <em>By the Grace of God</em> (Liquor &amp; Poker, 2002) ou o antecessor <em>Rock &amp; Roll Is Dead </em>(Liquor &amp; Poker, 2005), também está longe de manchar os seus 12 anos de trajetória.</p>
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		<title>As Black Furniture Makes Cat Hair Appear (A Red So Deep)</title>
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		<pubDate>Fri, 02 May 2008 04:33:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Botta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[a red so deep]]></category>
		<category><![CDATA[as black furniture makes cat hair appear]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando se fala em A Red So Deep, o comentário é quase sempre o mesmo: “É daqui? Tem certeza?”. Nada mais compreensível. A banda, assim como a co-irmã Superphones, destoa do padrão vigente na cena gaúcha. Ou “não se aproveita das facilidades dos maneirismos gaúchos”, nas palavras do release escrito por João Perassolo. Sem entrar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img src="http://aredsodeep.com/wp-content/uploads/2008/03/capa_ep.jpg" alt="" /></p>
<p style="center;">
<p>Quando se fala em A Red So Deep, o comentário é quase sempre o mesmo:<br />
“É daqui? Tem certeza?”.</p>
<p>Nada mais compreensível. A banda, assim como a co-irmã Superphones, destoa do padrão vigente na cena gaúcha. Ou “não se aproveita das facilidades dos maneirismos gaúchos”, nas palavras do <a href="http://tramavirtual.uol.com.br/artista.jsp?id=16275" target="_blank">release</a> escrito por João Perassolo.</p>
<p>Sem entrar nesse mérito, a verdade é que está muito mais afinada com o que é produzido lá fora. Para começar, as letras são em inglês. Definida pelos próprios integrantes como uma banda de <em>indie rock</em>, numa comparação grosseira diria que soa mais Melissa Auf Der Maur (uma das influências)  que Superguidis.</p>
<p><em>As Black Furniture Makes Cat Hair Appear</em> é o primeiro EP. Apesar de só ter sido lançado oficialmente no último dia 20, no Clube Praga (SP), desde fevereiro está disponível para download no <a href="http://www.aredsodeep.com" target="_blank">site da banda</a>. Composto por quatro faixas, <em>Bells</em>,<em> Answer</em>, <em>Pieces </em>e<em> Heart Full of Snow</em>, dá uma prévia do que está por vir.</p>
<p>Os vocais evocam Cranberries. As letras falam de amores mal resolvidos. As melodias são suaves e pesadas, por mais contraditório que isso possa parecer. <em>Pieces</em>, a primeira musica de trabalho, foi acertadamente escolhida. É uma balada melancólica que começa devagar, explode e fica na cabeça por semanas.</p>
<p>Em suma, trata-se de uma banda “tipo exportação”. Todo o conteúdo do site tem tradução para o inglês, inclusive. Não é nada impensável. Depois do contrato da CSS com a Subpop, a possibilidade de uma banda brasileira sair daqui tornou-se real. E falamos de CSS, não um trabalho sério como se vê na A Red So Deep.</p>
<p>Apenas uma ressalva, a clássica do brasileiro cantando em inglês. Nada contra a língua, apesar de muitos insistirem no eterno clichê que banda brasileira deve compor em português. O problema mesmo é o sotaque da vocalista Fergs, que não chega a incomodar mas chama a atenção.</p>
<p>Lovefoxxx não é exemplo para ninguém, muito pelo contrario.  Mas seu inglês tem tudo a ver com a proposta da banda.</p>
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